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PONTEIRA DO CANO COMET ORIGINAL, peças a venda CARENAGEM COMET peça avenda TANQUE DE GASOLINA COMET 08 peça a venda PARALAMA DIANTEIRO COMET peça a venda tanque de miragem 08 avenda Kasinski Comet GT650: para quem quer começar nas 600 sem gastar muitoAlguns dias atrás, alguns amigos estavam discutindo sobre que moto comprar acima das 300 cc. Alguns já partiram direto para a Kawasaki ER-6n e outros mais tradicionalistas apostam na Honda CB 600F Hornet. Além delas, alguns falam bem da Suzuki Bandit 600 como boa opção para quem quer começar. Outros comentam a agressividade da Yamaha XJ6 N. E todo mundo se esquece da Ducati Monster 696. No entanto, estes modelos oferecem preços entre R$26.000 e R$33.000, dependendo da configuração. Como as naked são mais baratas que as esportivas carenadas, então são um prato cheio para quem já se cansou do desempenho das esportivas 250 e mesmo das naked de até 300 cc, como é o caso da CB 300. Mas voltando ao preço, e quem não tem entre R$25.000 (modelo 2011 de algumas delas) e R$33.000 para dar em uma 600 e está cansado das motos menores? Se o apelo for visual, especialmente com agressividade, os modelos da Kawasaki e Yamaha são mais chamativos, enquanto que Honda e Suzuki apostam em um estilo mais conservador, porém não menos esportivo. Agora, se a opção for mesmo por este último estilo e o bolso não está apto a dar mais do que R$20.000 em uma 600, a escolha natural é a Kasinski Comet GT 650. Ela é a mais barata entre as 600 no país e é uma opção a considerar. Com estilo italiano com quadro em treliça e motor V2 suspenso, a Kasinski GT 650 também chama a atenção. O farol em formato diamante segue a tendência atual, mas não empolga, pois lembra a Comet 150. No entanto, o acabamento geral impressiona e traz mais confiança ao consumidor, que se afasta bastante da idéia de moto de baixo custo. O V2 suspenso de 647 cm3 tem refrigeração líquida, injeção eletrônica, quatro válvulas por cilindros e entrega 89,6 cv a 9.250 rpm e 6,9 kgfm a 7.250 rpm. O câmbio tem seis marchas. O tanque oferece 17 litros, possibilitando uma boa autonomia. A Kasinski Comet GT 650 ainda possui freio dianteiro de duplo disco ventilado e traseiro disco simples. Falta um sistema ABS para oferecer maior segurança, mas com certeza iria gerar um aumento de preço que tiraria parte de seu atrativo. Partir para o segmento das 600 através da Kasinski Comet GT 650 é uma boa saída? Ou seria melhor aguardar mais (e juntar dinheiro) para ter um modelo das marcas mais famosas? Razão e emoção entram em conflito nessas horas, mas somente o interessado na 600 poderá dar o veredito final. |
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Kasinski Comet GT650
Dispensando a carenagem, a moto virou uma bela e competente naked de apenas 19.990 reais
No universo dos automóveis, a indústria sul-coreana conquistou respeito pela qualidade. Os produtos automotivos desse "tigre asiático" são sucesso quase unânime de crítica e público no mundo todo. No âmbito motociclístico, os coreanos também começam a mostrar as garras e a deixar as tradicionais marcas japonesas de olhos bem abertos.
Fomos os primeiros a andar no Brasil com a Kasinski Comet GT650, nome com o qual a CR Zongshen comercializará esse modelo naked da Hyosung, a principal montadora de motocicletas da Coreia, que já disputa o segmento de mercado nos Estados Unidos e Europa, onde também é a mais barata entre as V-twin de 650 cc.
Quando testamos, há um ano (edição 24), a versão esportiva com carenagem integral do modelo (a única então oferecida), a GT650R, afirmávamos que seu motor V2 a 90 graus de 647 cc, injeção eletrônica, refrigeração líquida, associado àquela geometria, cairia muito melhor em um modelo street. E é exatamente esse o lançamento que agora apresentamos em primeira mão - e que confirma aquela previsão: a Kasinski Comet GT650 é uma moto muito mais equilibrada sem o "R", e livre da pretensão superesportiva.
A marca, curiosamente, oferecia até agora aquela versão com carenagem integral (GT650R) e a custom, a Mirage 650, que usa outro quadro, mas o mesmo conjunto propulsor (motor e câmbio). Faltava justamente a naked, em geral a versão mais popular de uma família de motos. Não falta mais. A GT650 assume sem pejo a tarefa de se tornar a porta de entrada para o segment das médias cilindradas, com o apetitoso preço de apenas 19900 reais.
E essa versão naked da GT650 é um bom exemplo de como o "menos" muitas vezes pode realmente ser "mais". Ao vê-la parada, a primeira impressão é boa: o visual agrada, é correto, e o acabamento, se não chega a ser primoroso, surpreende, principalmente para um modelo de pré-série.
Muitos elementos presentes na irmã esportiva foram mantidos, mas de algum modo caíram muito melhor na Comet desnuda. No lugar da carenagem integral, por exemplo, surge um bem resolvido conjunto óptico, que se integra harmonicamente ao painel de instrumentos, também idêntico ao da versão esportiva. O painel combina um conta-giros analógico, com luzes-espia e um display LCD multifuncional.
O conjunto de bancos, a rabeta traseira com lanterna transparente de leds e o tanque de combustível já equipavam a versão carenada, mas ganharam outra vida e charme no novo modelo. Ligando o motor, o escapamento dois em um - de aço inox anodizado preto - exala o ronco forte do motor V2 roletado, com duplo comando para quarto válvulas por cilindro. Confesso que aquela primeira voltinha de apresentação, ainda tirando a cera dos bons pneus Metzeler, já que a moto era "zerinho", não foi das mais empolgantes. Em baixas rotações ela tem a potência de uma elegante senhora que faz musculação: tem alguma força, entregue com delicadeza, mas lhe falta o punch das grandes emoções.
Depois de ajustar a suspensão dianteira telescópica invertida, a traseira com balança monochoque, os manetes e as pedaleiras que também permitem regulagens (o que é bastante raro no segmento), fui prová la de verdade. Logo encontro uma faixa de prazer entre 5000 e 10000 giros. Ainda não são as respostas ferozes de uma esportiva pura, mas é o suficiente para empurrá-la com rapidez a velocidades que beiram os 200 km/h. A posição de pilotagem é relaxada, o assento é confortável e a vibração do motor, graças à refrigeração a água e aos 90 graus entre os cilindros, é bem aceitável.
A GT650 balança um pouco demais nas inclinações em alta velocidade, mas contorna as curvas de qualquer raio com precisão e segurança.
Nas manobras de garagem ou nas "costuradas" pelo trânsito mais denso é que aparece seu maior defeito: o ângulo de giro é limitado pelo batente instalado para impedir que as bengalas se choquem contra o radiador. Isso sacrifica as manobras em ângulos muito fechados em baixa velocidade. Aparentemente, o reposicionamento da ventoinha e a alteração na inclinação do radiador solucionariam o problema. De todo modo, uma carenagem nas laterais do trocador de calor comporiam o design e trariam a imagem de um acabamento mais cuidadoso.
A maior concorrente da Kasinski Comet GT650 no mercado nacional é a Kawasaki ER-6n, que também tem 650 cc e dois cilindros (só que paralelos). A ER-6n, entretanto, tem 72 cv de potência (quase 10 a menos que a Kasinski GT, de 81,5 cv) e custa cerca de 30% a mais (25000 reais sem ABS). A italiana Ducati Monster 696 (que também monta um V2 a 90 graus) tem outro nível de prestações e acabamento, mas custa 31000 reais, quase 50% a mais que a coreana. O preço gentil da recémchegada, associado a uma boa estratégia de lançamento e a um pós-venda confiável e eficiente, poderá transformá- la em uma grata surpresa. Como produto, a nova naked não decepciona: tem um bom motor, é equilibrada e os freios são mais que suficientes para seu peso e sua performance.
TOCADA
Suave, o motor vibra pouco para um V2. É um pouco flácida em baixos giros, mas a partir das 5000 rpm sobe de rotações com vigor e emite um som forte e encorpado.
★★★★
DIA A DIA
Bom tamanho e respostas satisfatórias, mas o limitador para impedir que as bengalas batam no radiador restring sua maneabilidade no trânsito pesado.
★★★
ESTILO
Ficou muito mais bonita e moderna que a irmã carenada. O quadro treliçado poderia receber uma cor para se destacar.
★★★★
MOTOR E TRANSMISSÃO
O motor tem um ótimo torque para o uso urbano. O câmbio é macio e tem bom escalonamento de marchas.
★★★★
SEGURANÇA
Chacoalha um pouco demais ao beirar os 200 km/h. Tem freios bem dimensionados para a proposta de uso prioritário nas cidades.
★★★★
MERCADO
Tem um preço bem atraente diante de suas concorrentes diretas. É a porta de entrada para o mundo das motos grandes.
★★★★★
VEREDICTO
Todo o conjunto se encaixou muito melhor nessa versão naked. E o preço é seu maior trunfo.
Fomos os primeiros a andar no Brasil com a Kasinski Comet GT650, nome com o qual a CR Zongshen comercializará esse modelo naked da Hyosung, a principal montadora de motocicletas da Coreia, que já disputa o segmento de mercado nos Estados Unidos e Europa, onde também é a mais barata entre as V-twin de 650 cc.
Quando testamos, há um ano (edição 24), a versão esportiva com carenagem integral do modelo (a única então oferecida), a GT650R, afirmávamos que seu motor V2 a 90 graus de 647 cc, injeção eletrônica, refrigeração líquida, associado àquela geometria, cairia muito melhor em um modelo street. E é exatamente esse o lançamento que agora apresentamos em primeira mão - e que confirma aquela previsão: a Kasinski Comet GT650 é uma moto muito mais equilibrada sem o "R", e livre da pretensão superesportiva.
A marca, curiosamente, oferecia até agora aquela versão com carenagem integral (GT650R) e a custom, a Mirage 650, que usa outro quadro, mas o mesmo conjunto propulsor (motor e câmbio). Faltava justamente a naked, em geral a versão mais popular de uma família de motos. Não falta mais. A GT650 assume sem pejo a tarefa de se tornar a porta de entrada para o segment das médias cilindradas, com o apetitoso preço de apenas 19900 reais.
E essa versão naked da GT650 é um bom exemplo de como o "menos" muitas vezes pode realmente ser "mais". Ao vê-la parada, a primeira impressão é boa: o visual agrada, é correto, e o acabamento, se não chega a ser primoroso, surpreende, principalmente para um modelo de pré-série.
Muitos elementos presentes na irmã esportiva foram mantidos, mas de algum modo caíram muito melhor na Comet desnuda. No lugar da carenagem integral, por exemplo, surge um bem resolvido conjunto óptico, que se integra harmonicamente ao painel de instrumentos, também idêntico ao da versão esportiva. O painel combina um conta-giros analógico, com luzes-espia e um display LCD multifuncional.
O conjunto de bancos, a rabeta traseira com lanterna transparente de leds e o tanque de combustível já equipavam a versão carenada, mas ganharam outra vida e charme no novo modelo. Ligando o motor, o escapamento dois em um - de aço inox anodizado preto - exala o ronco forte do motor V2 roletado, com duplo comando para quarto válvulas por cilindro. Confesso que aquela primeira voltinha de apresentação, ainda tirando a cera dos bons pneus Metzeler, já que a moto era "zerinho", não foi das mais empolgantes. Em baixas rotações ela tem a potência de uma elegante senhora que faz musculação: tem alguma força, entregue com delicadeza, mas lhe falta o punch das grandes emoções.
Depois de ajustar a suspensão dianteira telescópica invertida, a traseira com balança monochoque, os manetes e as pedaleiras que também permitem regulagens (o que é bastante raro no segmento), fui prová la de verdade. Logo encontro uma faixa de prazer entre 5000 e 10000 giros. Ainda não são as respostas ferozes de uma esportiva pura, mas é o suficiente para empurrá-la com rapidez a velocidades que beiram os 200 km/h. A posição de pilotagem é relaxada, o assento é confortável e a vibração do motor, graças à refrigeração a água e aos 90 graus entre os cilindros, é bem aceitável.
A GT650 balança um pouco demais nas inclinações em alta velocidade, mas contorna as curvas de qualquer raio com precisão e segurança.
Nas manobras de garagem ou nas "costuradas" pelo trânsito mais denso é que aparece seu maior defeito: o ângulo de giro é limitado pelo batente instalado para impedir que as bengalas se choquem contra o radiador. Isso sacrifica as manobras em ângulos muito fechados em baixa velocidade. Aparentemente, o reposicionamento da ventoinha e a alteração na inclinação do radiador solucionariam o problema. De todo modo, uma carenagem nas laterais do trocador de calor comporiam o design e trariam a imagem de um acabamento mais cuidadoso.
A maior concorrente da Kasinski Comet GT650 no mercado nacional é a Kawasaki ER-6n, que também tem 650 cc e dois cilindros (só que paralelos). A ER-6n, entretanto, tem 72 cv de potência (quase 10 a menos que a Kasinski GT, de 81,5 cv) e custa cerca de 30% a mais (25000 reais sem ABS). A italiana Ducati Monster 696 (que também monta um V2 a 90 graus) tem outro nível de prestações e acabamento, mas custa 31000 reais, quase 50% a mais que a coreana. O preço gentil da recémchegada, associado a uma boa estratégia de lançamento e a um pós-venda confiável e eficiente, poderá transformá- la em uma grata surpresa. Como produto, a nova naked não decepciona: tem um bom motor, é equilibrada e os freios são mais que suficientes para seu peso e sua performance.
TOCADA
Suave, o motor vibra pouco para um V2. É um pouco flácida em baixos giros, mas a partir das 5000 rpm sobe de rotações com vigor e emite um som forte e encorpado.
★★★★
DIA A DIA
Bom tamanho e respostas satisfatórias, mas o limitador para impedir que as bengalas batam no radiador restring sua maneabilidade no trânsito pesado.
★★★
ESTILO
Ficou muito mais bonita e moderna que a irmã carenada. O quadro treliçado poderia receber uma cor para se destacar.
★★★★
MOTOR E TRANSMISSÃO
O motor tem um ótimo torque para o uso urbano. O câmbio é macio e tem bom escalonamento de marchas.
★★★★
SEGURANÇA
Chacoalha um pouco demais ao beirar os 200 km/h. Tem freios bem dimensionados para a proposta de uso prioritário nas cidades.
★★★★
MERCADO
Tem um preço bem atraente diante de suas concorrentes diretas. É a porta de entrada para o mundo das motos grandes.
★★★★★
VEREDICTO
Todo o conjunto se encaixou muito melhor nessa versão naked. E o preço é seu maior trunfo.
Kasinski GT650R
Uma esportiva de verdade
Agora com injeção eletrônica e mais potênciaCom desempenho e aceleração impressionantes, a Kasinski Comet GT650R é perfeita para quem busca um modelo esportivo de alto desempenho. O ronco é inconfundível do motor V2 roletado DOHC com quatro válvulas por cilindro, que sobe vertiginosamente de giros. Alimentado por uma moderníssima injeção eletrônica de combustível, o modelo 2010 ganha perfeito ajuste da mistura ar e combustível, gerando mais potência e linearidade na curva de torque, um dos maiores da categoria, atingindo quase 6,9 Kgf.m a apenas 7.250 rpm. Isso se traduz em mais prazer ao pilotar e em respostas rápidas ao mais leve toque no manete de aceleração.
A Kasinski Comet GT650R também possui suspensão dianteira telescópica invertida e traseira com balança monoschock ajustável e novas pinças duplas de acionamento do freio dianteiro, agora com quatro pistões cada uma, garantindo muito mais estabilidade, frenagem e aderência da motocicleta ao solo em todas as situações.
Novos emblemas e novos grafismos em duas cores (“DUAL TONE”) conferem muito mais esportividade à moto, agora em quatro cores, sendo duas sólidas (preta e vermelha) e duas opções Dual Tone (branca/preta e vermelha/preta). A traseira da Kasinski Comet GT650R foi completamente remodelada, com novas carenagens laterais que atribuem modernidade ao modelo, assento do piloto e do passageiro redesenhados, agora mais estreitos e mais altos, alça do carona com novo design, nova lanterna traseira com LEDs e escapamento em aço inox anodizado em preto.
Cores: vermelha, preta, branca/preta, vermelha/preta
Assistente de palco do Domingão do Faustão, Ana Carolina Nakamura (moto modelo Kasinski Mirage 650)
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| espoyler para gt 250 comet |
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| spoyler kasinski gt 250 em fibra |
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| scooder kasinski tuning |
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| resturasão e pintura original comet gtr 250 e 650 |
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| concertos de carenagems comet |
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| adesivasão epintura carenagem comet |
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| pintura e comcerto de espelho de comet |
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| acrilico da carenagem comet |
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| kasinski GTR 650 TUNING 2012 |
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| KASINSKI COMET650 1012 |
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| comet GTR 2012 TUNING |
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| COMET GTR 2012 |
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| pintura nova no motor gtr comet kasinski |
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| RABETA TRASEIRA COMET GTR |
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| GTR 2012 TUNING LANÇAMENTO NO SALÃO DE MOTOS |
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| KASINSKI 2012 TUNADA 650GTR |






































































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